Paris, dia 3: Deus que me Louvre!

Não tinha como acordar muito cedo, precisávamos descansar. Atualizações registradas, mensagens checadas e fotos postadas, saímos caminhando pela margem do Sena até que paramos para comer num restaurante bio gostosinho, para garantir as energias pra empreitada do dia: Le Louvre.

Carrousel

A fila de entrada pelo Carrousel du Louvre

Compramos ingresso no Carrousel, como bem indicaram algumas fontes, e adentramos o mundo mágico daquele museu de tantas maneiras superlativo: pela abrangência histórica e estética, pelo tamanho descomunal, pelas mais de 35 mil obras expostas – que representam menos de 10% do acervo, vale dizer… Pegamos o audioguide, que vem num Nintendo 3DS facinho de operar, e foi um investimento de 5 orrôs que se pagou em minutos: muitos comentários, contextualizações, referências e declarações de gente entendida. Corremos ao 1º andar do pavilhão Denon para visitar a Mona Lisa, parada obrigatória, e confesso que rolou uma emoção – tirei até uma foto morto de cafuçu com a moça ao fundo… Já espiamos também As bodas de Canaã, que tava ali, e depois cada um seguiu seu rumo para explorar o que mais lhe interessasse. Eu vi basicamente as pinturas italianas, as esculturas, um pouco de arte mesopotâmica, mais pintura europeia e pronto. Não que tenha sido pouco, ainda mais com obras do quilate de La Gioconda, da Vênus de Milo ou do Código de Hamurábi, mais um bocado de Ticiano, Veronese, Arcimboldo, Caravaggio, Da Vinci, Rembrandt, El Greco, Rubens (a Galeria dos Médicis é fantástica), Delacroix, Michelangelo, Canova e por aí vai… Só que era impossível apreciar tudo aquilo nas míseras seis horas que ficamos lá. Saí atordoado, com os olhos brilhando e o cérebro pifando de tanta informação.

La Gioconda

Mona Lisa

Vênus de Milo

Vênus de Milo

Sacamos nossos vários guias e escolhemos mum restaurante mais ou menos próximo, o L’arbre à Cannelle, um bistrozinho charmosíssimo na Passage des Panoramas, um daqueles cantinhos adoráveis, escondidos, com jeito de especiais, sabe? Jantamos muito bem, com vinho da casa e crumble de frutas vermelhas na sobremesa, e voltamos pro hotel andando pela Boulevard Montmartre pra apreciar o burburinho.

Côte de veau sauce poivre avec puree Maison  no L'Arbre à Canelle

Côte de veau sauce poivre avec puree Maison no L’Arbre à Canelle

Agora, cama, que amanhã tem Sacre Coeur e Montmartre.

(texto de 30/05/2012)

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